Mitos e verdades sobre o uso de estatinas no tratamento do colesterol

uso de estatinas

Os altos níveis de colesterol LDL são um dos principais causadores de doenças cardiovasculares, como o infarto. Inegavelmente, o uso de estatinas é uma das principais abordagens indicadas para o tratamento do colesterol alto.

As estatinas são responsáveis por baixar os níveis de LDL, popularmente chamado de “colesterol ruim”. A saber, o LDL em níveis elevados, aumenta as chances de doenças cardiovasculares, ao contribuir para o desenvolvimento de arterioscleroses. Vale lembrar que o “colesterol bom”, o HDL, exerce função contrária ao LDL no organismo. Sobretudo, atua como um “faxineiro” das artérias, removendo o colesterol ruim.

Você gostaria de saber mais sobre os mitos e verdades do uso de estatinas na redução do colesterol LDL? Continue a leitura!

Estatinas: como agem?

Para entender alguns mitos e verdades do uso de estatinas vamos, inicialmente, entender o funcionamento do medicamento. Então, para reduzir os níveis de colesterol LDL, a estatina age diretamente na porção do fígado que é responsável por gerar o colesterol. Dessa forma, o órgão passa a produzir menos LDL.

Inegavelmente, é comum que em torno de todo medicamento, circulem mitos e verdades acerca de sua utilização. Portanto, listaremos algumas dúvidas com relação ao uso de estatinas. Veja abaixo:

Mitos e verdades sobre o uso de estatinas

– É verdade que as estatinas são amplamente utilizadas e sua eficácia é comprovada?

Sim. O uso de estatinas é muito comum. Ademais, sua eficácia  é um dos principais fatores que tornou esta abordagem tão popular entre pacientes com altos níveis de colesterol LDL. Além disso, em tratamentos regulares, a partir da orientação médica, é possível reduzir em até 70% o risco de doenças cardiovasculares. Porém, é preciso considerar os efeitos colaterais.

– As estatinas também reduzem os riscos de síndrome metabólica?

Sim. A síndrome metabólica representa um grupo de fatores de risco que são determinantes para a incidência de problemas cardíacos, derrames e diabetes. Ademais,  sua principal ação negativa é o aumento da resistência do corpo à insulina. Além disso, entre os fatores de risco mais comuns, está o baixo nível de colesterol HDL, considerado o “colesterol bom”.  Por outro lado a terapia com estatina está associada a um pequeno aumento nos níveis da glicose. Meta-análises envolvendo 91.140 indivíduos sem diabetes, o uso de estatinas aumentou a incidência de diabetes em 9% representando um caso adicional de diabetes (12,23 casos com estatinas vs 11,25 casos com placebo). Sobretudo, indivíduos com características clínicas de síndrome metabólica ou aqueles considerados pré-diabéticos, têm um risco maior de desenvolver diabetes

– É verdade que o uso de estatina causa dores musculares?

A princípio sim. Isso se deve ao fato de que, além de inibir a produção de colesterol, as estatinas também acabam afetando a produção da coenzima Q10. Também conhecida como ubidecarenona, ela é responsável por produzir energia em diversas células, incluindo as musculares. Por isso, é normal sentir dores nos músculos após a utilização de estatinas. Porém, esse efeito é reversível e acomete somente de 5% a 10% dos pacientes.

– O uso de estatinas pode causar demência?

Sim. As bulas de estatinas foram alteradas para incluir efeitos colaterais cognitivos, tais como perda de memória e confusão. Contudo, o FDA enfatizou que os benefícios das estatinas no sistema cardiovascular superaram esses possíveis efeitos.

– O uso de estatinas aumenta as chances do desenvolvimento da catarata?

Sim. Com toda a certeza, a catarata é a principal causa de perda de visão na população mais idosa. Além disso, existe a ideia de que o uso de estatinas poderia agravar esse risco. A saber, dados dos EUA de 46.249 indivíduos incluindo 13.262 usuários de estatinas mostraram que o risco de catarata seria ligeiramente maior (9%) com o tratamento com estatinas. Ademais, tanto o HOPE-3 como um estudo retrospectivo de caso controle mostrou um aumento no risco para cirurgia de catarata com uso de estatina.

– Existem alternativas naturais ao uso das estatinas industrializadas, sem efeitos indesejáveis?

Sim! A exemplo de VAZGUARD™, que é um nutracêutico 100% natural, desenvolvido para a saúde cardiovascular, produzido com uma espécie de bergamota encontrada na Calábria, Itália. Em síntese, seus flavonoides atuam como estatinas naturais, proporcionando diversos benefícios à saúde. Confira abaixo:

– Modulação da síndrome metabólica
– Redução da gordura no fígado;
– Aumento do HDL (colesterol bom);
– Redução de triglicerídeos;
– Redução de LDL (colesterol ruim);
– Controle da glicemia;
– Ação antioxidante;
– Ação anti-inflamatória.

VAZGUARD™ protege sua saúde cardiovascular, mantém equilibrados os níveis de colesterol e reduz as chances do desenvolvimento do diabetes tipo 2, além da síndrome metabólica. Tudo isso sem os efeitos colaterais indesejáveis do tratamento convencional com estatinas. Clique aqui para consultar as farmácias de manipulação que vendem VAZGUARD™

Então, gostou de saber mais sobre o uso das estatinas? Leia também sobre outros ingredientes naturais que ajudam no controle do colesterol. Clique aqui!

Referências: Vivabem

Powered by Rock Convert
Powered by Rock Convert
Powered by Rock Convert

Deixe uma resposta

Seu endereço de e-mail não será publicado.

topo