Novo normal: saiba como lidar com a ansiedade nesse período

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Nunca estivemos tanto tempo fisicamente distantes do nosso entorno social. Seja no trabalho, com a família ou amigos, o distanciamento social trouxe desafios para muitas pessoas. Nesse sentido, já começamos a chamar a nova etapa que vem a seguir de novo normal, a fim de nos proteger da Covid-19. Essa adaptação é diferente para cada um e pode trazer reações emocionais como a ansiedade.

Este é um processo que é exclusivo de cada pessoa, mas que deve ser feito por todos nós. Afinal, vivemos em sociedade e sabemos que as medidas de segurança relacionadas ao distanciamento social tem como objetivo proteger a todos. Então, como se preparar melhor para este novo normal? E se a ansiedade for uma companheira dessa adaptação, o que fazer?

Essa perguntas são comuns e profissionais da saúde já discutem como orientar as pessoas para que possam entender o que está acontecendo. Aliás, essa incerteza traz à tona sentimento de aflição pelo futuro ou reforça condições dessa natureza em quem já tinha predisposição. Continue a leitura e entenda como enfrentar a situação da melhor forma possível, driblando a ansiedade.

O que significa o novo normal?

O termo pode soar confuso, já que não existe um “normal” que todos nós concordamos, nem um “novo”, pois nem sabemos exatamente suas diferenças. No entanto, é preciso lembrar que todas as transformações que estamos vivendo mundialmente são em prol da saúde. É preciso compreender que há um vírus e infelizmente, ainda não temos soluções precisas para combatê-lo.

Dessa forma, uma das principais estratégias para diminuir sua dispersão e contaminação é por meio do distanciamento social. Somado a isso, como medidas de proteção, é recomendável o uso de máscara, álcool em gel, limpeza dos espaços públicos e manter uma distância segura das outras pessoas quando estamos fora de casa. 

Além disso, é uma resposta que sugere uma nova forma de convivência. Ou seja, transforma o significado do que é dividir tempo e espaço com os demais. Essa mudança não é fácil, exige cuidados de todos e isso pode causar ansiedade. Pois nunca nos vimos nessa situação, então, como lidar com esse sentimento?

A ansiedade enfrentada neste período de mudanças

Para muita gente, as incertezas trazem inúmeros efeitos para a saúde, entre elas a ansiedade. Desde 2017, a população brasileira tem estado mais ansiosa, com cerca de 18,6 milhões de pessoas sofrendo com esse mal. Nesta época de mais incertezas, trabalho, família, saúde mental e física são colocadas à prova.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, é preciso combater a ansiedade por 4 lados:

  •  1 – A Dimensão Física, que engloba, a prática de atividades físicas, o incentivo a alimentação saudável, a qualidade do sono e o controle das doenças crônicas;
  • 2 – A Dimensão Social, abordando como estão os relacionamentos nos diferentes âmbitos sociais;
  • 3 – A Dimensão Espiritual, problematizando acerca do exercício da espiritualidade;
  • 4 – A Dimensão Psicológica, problematizando se os sentimentos, emoções e comportamentos estão mais intensos, com uma periodicidade maior e apresentando prejuízo nas atividades cotidianas nos últimos tempos.

Além disso, também é preciso encontrar apoio e conversar sobre o tema no trabalho, em família e demais círculos sociais. Todos estamos passando por aflições quanto ao que pode se tornar o novo normal. Assim, é preciso reforçar que viver em tensão e angústias traz efeitos negativos para todo o organismo.

Já existem soluções naturais para o diminuir os efeitos negativos da ansiedade, como é o caso do Zembrin®. O produto é composto por ingredientes 100% naturais, capazes de amenizar os sintomas da ansiedade e estresse, diminuindo a tensão, melhorar as funções cognitivas, aumentar a disposição e ainda combater a TPM. Além disso, os ingredientes que compõe Zembrin® tem origem antiga, e os efeitos do botânico já eram conhecidos por comunidades primitivas. Peça Zembrin® na sua farmácia de manipulação. 

Compartilhe este artigo com outras pessoas que podem estar passando por momentos de ansiedade. 

Referências: SESI PR e Huffpost Brasil

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