Como escolher o excipiente farmacêutico adequado?

Antes, o excipiente farmacêutico era visto como mero coadjuvante na produção dos manipulados. Entretanto, as mudanças no mercado farmacêutico trouxeram novas propostas para as funcionalidades do excipiente farmacêutico. Seu tradicional conceito mudou e hoje são constituintes fundamentais.

Entre as novas funções, podemos destacar a garantia no desempenho do manipulado, a segurança e a otimização do efeito terapêutico. Dessa forma, o farmacêutico hoje encontra diversas possibilidades para a fase de pré-formulação. Assim como, o excipiente farmacêutico quando bem utilizados desempenha papel fundamental na qualidade no manipulado.

Dessa maneira, o farmacêutico analisa de acordo com o princípio ativo da fórmula, o melhor excipiente para assegurar estabilidade, biodisponibilidade, aceitabilidade e maior facilidade para sua administração. Saiba como fazer a melhor escolha do excipiente farmacêutico!

REATIVIDADE

Em casos muito específicos, o excipiente farmacêutico pode representar a maior parte da forma farmacêutica em relação ao ativo. Dessa maneira, a reatividade do excipiente farmacêutico, mesmo que seja muito baixa, não pode ser descartada. É preciso estar atento aos fatores físicos-químicos do ambiente, o que pode levar a reações indesejáveis, como a desestabilização da fórmula ou a degradação do fármaco.

INTEGRIDADE

Garantir a integridade, principalmente de ativos higroscópicos é essencial para eficácia do manipulado. Ademais, sua manipulação é crítica e exige a escolha de um excipiente que proteja o ativo, mantendo a umidade longe das partículas. Além disso, como a maioria é de administração oral, os excipientes farmacêuticos unem diversas funcionalidades em um só componente.

PROBLEMAS FARMACOTÉCNICOS

O farmacêutico também deve prestar atenção às fases finais, como armazenamento, acondicionamento e distribuição. A escolha do excipiente farmacêutico adequado deve proteger a fórmula de variações nas condições ambientais e de transporte. Dessa forma, se basear nas características dos princípios ativos para fazer a melhor escolha. 

Podemos exemplificar como um problema farmacotécnico comum, a embalagem utilizada nos manipulados. A escolha errada pode tornar a cápsula melada ou desestabiliza a fórmula, inutilizando-a. Se essa for higroscópica, ao menor contato com a umidade, a fórmula manipulada deteriora-se.

Esses dois problemas são os maiores motivos para as devoluções de clientes nas farmácias de manipulação e merecem total atenção.

EXCIPIENTE FARMACÊUTICO: QUALIDADE PARA O CLIENTE

Para fazer uma escolha acertada, é importante também seguir o Sistema de Classificação Biofarmacêutico. Contudo, apesar de esta ser uma ferramenta importante, não deve ser determinante na escolha do excipiente e nem o único fator considerado.

Como vimos, é essencial a pesquisa na fase de pré-formulação para escolher o excipiente farmacêutico que melhor se comporta com o ativo do manipulado. Esse processo evita que sejam devolvidos produtos manipulados, garantem a eficácia e otimizam sua atuação, assim como promovem o mercado farmacêutico na melhoria da saúde e vida dos pacientes. 

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Referências: Portal Educação e Saúde e Vida

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