Como prescrever uma reeducação alimentar eficiente em períodos de ansiedade?

como prescrever uma reeducação alimentar

Um dos grandes desafios quando o paciente tem interesse em repensar sua alimentação é como prescrever uma reeducação alimentar eficiente. No início ele pode até estar motivado, mas a ansiedade pode tomar conta da situação, e prejudicar o processo.

Restringir alimentos e a expectativa por resultados imediatos pode trazer muita ansiedade a quem está fazendo a reeducação alimentar. Além do que,sem acompanhamento profissional, muitos acabam prejudicando o metabolismo, e perdendo a força de vontade.

A ansiedade no dia a dia pode nos levar a comer compulsivamente, o que atrapalha qualquer dieta. Ademais, os alimentos que consumimos nas crises de ansiedades são ricos em gorduras e açúcar. Continue a leitura e saiba como orientar melhor seus pacientes nessa questão.

Como prescrever uma reeducação alimentar ajudando pacientes com ansiedade?

O primeiro passo é entender se o paciente está passando por uma fase psicologicamente difícil. Quando está passando por um momento difícil, é comum que a pessoa se entregue à uma alimentação sem equilíbrio.

Por outro lado, entender as emoções e cotidiano do paciente é a resposta sobre como prescrever uma reeducação alimentar eficiente. Isto é, trabalhar em conjunto com o paciente também traz resultados positivos e duradouros.

Assim, entendendo a situação do paciente, indique o cardápio adequado, com os nutrientes que o corpo precisa nas horas de ansiedade. Inserir alimentos certos, nas horas mais adequadas, pode fazer a diferença.

Ajudando de maneira prática na reeducação alimentar do paciente

Você também pode ajudar o seu paciente de forma prática. Para isso, você pode:

1. Orientar sobre a reeducação alimentar

Explique quando houver necessidade de incluir ou excluir alimentos da dieta, com opções de substituições. Levando em conta os hábitos culturais e alimentares, personalize a alimentação do paciente. Tentar aliar de forma saudável os alimentos indicados com as preferências alimentares também pode ajudar na reeducação.

O acompanhamento com o profissional é importante, pois garante que as necessidades nutricionais serão supridas. Além disso, é mais fácil para o paciente não passar por este processo sozinho.

2. Adequar o cardápio à rotina do paciente

Muitas vezes o paciente não tem uma rotina fixa e essa falta de planejamento pode trazer ansiedade. Além de montar um cardápio regrado para ser praticado em casa, o profissional pode dar dicas de como comer quando se está fora.

Portanto, oriente-o sobre como se alimentar melhor em restaurantes, hotéis e vôos. Além disso, indicar pratos e produtos que podem ser facilmente encontrados, e suas substituições. Saiba que, orientar o paciente a seguir a reeducação mesmo fora de sua rotina, evita a ansiedade e o desânimo. Então, indique restaurantes, receitas, alimentos e oriente também sobre como fazer boas escolhas para que o paciente desenvolva autocontrole e autonomia.

3. Auxiliar seu paciente nas compras

Muitas pessoas associam reeducação alimentar com gastos financeiros. Portanto, a orientação na hora das compras pode também ser um aliado eficiente. Ao sair do consultório com o cardápio, oriente o paciente a não ir direto ao supermercado. Peça para que ele analise os ingredientes que possui em casa e só vá às compras depois disso.

Indique substituições caso o ingrediente esteja fora do orçamento do paciente. Ou seja, ajude-o sempre a se alimentar melhor e a comprar apenas a quantidade necessária. Assim o paciente se mantém firme na reeducação, sem gastar mais do que costumava com alimentação.

Então, já se deparou com o problema? Conte-nos mais sobre sua experiência. Deixe seu comentário!

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*Estas informações são direcionadas exclusivamente a profissionais prescritores

Referência: Dietbox.

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